O governo com seus gastos está amarrado a uma regra orçamentária — o chamado arcabouço fiscal — que restringe o avanço das “despesas discricionárias” a no máximo 2,5% por ano.
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O problema é que os gastos obrigatórios, como a folha de pagamento dos servidores, benefícios previdenciários e aposentadorias, não param de subir e já devoram perto de 90% de tudo que entra nos cofres federais.
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O grande impasse é que esse crescimento engessa as finanças públicas.
MBN: A verdade não se negocia.g











